Responsabilidade pelos danos causados
O Brasil viu um caso novo na criminologia tecnológica quando, por volta do meio-dia de segunda feira passado dia 12 de julho, o Ministério Público Federal prendeu uma adolescente brasileira que utilizou a inteligência artificial ChatGPT para criar malware visando um sistema da Bandai Namco. A jovem foi identificada como sendo estudante do ensino médio na cidade de São Paulo.
Como detetado pela brigadeira Maria Clara Guimarães, a menina utilizou ferramentas no computador para criar uma sequência maliciosa com o objetivo primário de bloquear as funções do sistema da Bandai Namco em São Paulo. O ataque foi revelado após um relatório dos serviços anticrime serem abertos, seguidos por investigações que levaram à detenção.
Ela confessou ter criado o malware para praticar hacking como hobby e não tinha intenção de causar danos financeiros ou comprometer dados. Entretanto, a responsabilidade pelas consequências foi unanimemente atribuída pelo Ministério Público Federal.
O crime é investigado como uma das primeiras vezes que um software criado por meio de inteligência artificial se envolve em atividades criminosas, levantando questões sobre a supervisão e uso ético dessa tecnologia. O Ministério Público Federal está trabalhando para entender o custo do incidente financeiro causado.
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